O futuro das baterias em tempos de carros elétricos

Cada vez mais os carros elétricos passam a ser uma realidade factível ao consumidor ao redor do mundo e, sem dúvidas, é só uma questão de tempo para serem maioria nas ruas e estradas em um futuro breve.

No entanto, um dos fatores essenciais que vai permitir essa transição tecnológica ao longo do tempo se refere justamente à capacidade das baterias que movem esses veículos, que por sua vez, hoje, ainda esbarram em tecnologias muito caras e, em certa parte, com desempenhos inferiores aos motores convencionais de veículos à combustão.

Mas o que se pode esperar sobre o futuro das baterias dos carros elétricos, que tipo de inovações já está sendo anunciada e quando será possível ver esses carros rodando em massa pelas ruas?

É justamente sobre essas perspectivas que vamos abordar ao longo deste texto. Portanto, confira e informe-se mais sobre o tema. Boa leitura!

Relação valor dos carros elétricos X baterias

Indiscutivelmente, o preço de um carro elétrico ainda está fora da realidade da grande parte da população e, parte disso, se dá pelo fato de que a tecnologia aplicada nesses modelos ainda é muito cara para as montadoras, que evidentemente precisam repassar esses custos no valor final de seus produtos.

Em um bate papo recente entre especialistas do setor para o portal Mobility Now, os entrevistados destacam que o preço de uma bateria de carros elétricos depende basicamente dos seguintes fatores:

  • Densidade de energia;
  • Velocidade de carregamento;
  • Autonomia;
  • Matérias-primas.

No entanto, esses especialistas apontam que, cada vez mais, essas produções estão sendo otimizadas e com custos menores, o que tem permitido baterias mais eficientes e com preços mais acessíveis ao mercado. E a tendência é baixar ainda mais nos próximos anos!

As baterias serão os novos “motores” dos carros

Por mais que o custo de produção de carros elétricos seja ainda um desafio para as montadoras, o fato é que a composição mecânica desses modelos tende a ser muito mais simples e enxuta do que os veículos convencionais que conhecemos hoje.

A maior prova disso é que, de 10 anos para cá, surgiram mais montadoras do que nos últimos 50 anos da indústria automotiva. Só na China, por exemplo, estima-se haver já mais de 300 empesas especializadas em carros elétricos em pleno funcionamento.

Na prática, o carro elétrico demanda menos peças e emprega tecnologias muito menos complexas que os carros à combustão. E o ponto-chave disso se resume basicamente em uma única peça fundamental: a bateria.

É justamente ela que promove a principal corrida entre os fabricantes de carros elétricos para anunciar seus futuros modelos.

Afinal, nessa nova Era de carros sem combustão, o desafio não é entregar mais potência (isso se resolve com o número de motores instalados no carro), mas sim com a capacidade e autonomia que as baterias terão para alimentar esses motores.

E qual o futuro previsto para as baterias de carros elétricos?

Como bem vimos, a tecnologia avança e a cada dia a presença de carros elétricos se torna uma realidade mais próxima do consumidor, como já ocorre em diversos países da Europa e nos EUA.

Além disso, o lítio, principal recurso utilizado na fabricação dessas peças, não é mais a única alternativa dos testes e estudos das montadoras. Hoje, nitrogênio e grafeno, por exemplo, são alguns dos elementos que podem servir como soluções viáveis e até mais sustentáveis para o futuro das baterias nos carros elétricos.

Porém, só o tempo nos trará respostas e previsões exatas e, sem dúvidas, isso não deve demorar muito para acontecer.

Atualmente, a TEX já tem tecnologia para testes de baterias e circuitos de resfriamento das mesmas no Brasil e, inclusive, a empresa já atende marcas de renome neste segmento, tais como a BYD e a Baterias Moura.

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(Imagem: divulgação)

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